terça-feira, 27 de outubro de 2009

Percy Jackson e os Olimpianos. (L)

Para mim, quem consegue juntar mitologia grega a adolescentes e fazer com que seja interessante, surpreendente e maravilhoso é um gênio. E por isso, meu mais novo gênio é Rick Riordan. Nunca tinha visto ninguém lendo, muito menos alguém me indicou. A capa de "O Ladrão de Raios" me chamou atenção na livraria e então fui dar uma olhadinha no skoob. Não foi preciso mais que a sinopse para que eu ficasse completamente maluca pra ler. E toda a ansiedade realmente valeu a pena. É uma história intrigante, inteligente, misteriosa, com personagens super interessantes. Com certeza um dos melhores livros que já li. E ainda descobri, logo depois de lê-lo, que sairá um filme. Acho que posso esperar boa coisa, já que são com os diretores do primeiro e segundo Harry Potter (que ficaram bons). O filme está previsto para fevereiro de 2010.


"O Mar de Monstros" com certeza dá uma continuidade maravilhosa a história. Muitas pessoas o preferem, mas "O Ladrão de Raios" ainda é de minha preferência. Personagens novos (Tyson *-*), a mesma emoção, a mesma inteligência e tudo mais. Perfeito.


Quanto "A Maldiçao do Titã", o terceiro livro da série, ainda estou lendo. Mas, até agora, é tão maravilhoso quanto os outros dois.

Ps: A falta de criatividade está grande, então resolvi falar dessa série que me encantou completamente. Super recomendada. :)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Paraíso. (L)

Já pensei ter importância muitas coisas, mas hoje descobri ser sua presença ao meu lado a mais essencial delas.
Vida triste, vida ruim, vida solitária. A vida que tinha sem você. Aquela vida desperdiçada, previsível e pacata; que aos poucos se tornava insuportável.
Talvez sejas apenas um sonho, uma ilusão. Já havia me conformado com a inexistência de alguém perfeito para mim. Mas, se quer saber, prefiro acreditar ser você o anjo de que eu precisava para salvar-me dessa vida perdida que já se tornava um hábito.
No entanto, se realmente fores um sonho, espero nunca mais despertar desse paraíso que você me trouxe. Não suportaria saber que nunca existiras, muito menos que jamais o veria.
Eu te amo. E tenho certeza de não mais existir vida em mim se não existir você. Você, que me trouxe de volta da solidão. Você, que me ensinou a ser feliz.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Um Dia de Chuva

Era um dia comum. Mas a chuva não era comum. Pelo menos não por aqui. Chovia granizo, pedras com tamanho suficiente para causar alguns pequenos estragos. E o pobre do meu cachorro lá fora, preso no canil. E provavelmente assustado. Ele já não gosta de chuva, imagine só quando está caindo uma boa quantidade de pedras de gelo. Na realidade, de gelo ele gosta. Vocês que nunca viram ele “chupando” gelo como a gente, ele adora. Mas é claro que ele detestava o barulho que ele fazia quando batia no telhado de sua casinha.
Fui até o quintal, na parte coberta, e assim que ele me ouviu colocou apenas a cabeça pra fora da casinha. Só pra me ver. E ainda fez uma cara de “Por favor, mamãe. Me tira daqui”. Sim, ele é meu filho. O meu bebê. O meu bebê que pesa 25 kg, que até semana passada pesava 20 kg. Crescendo rápido, muito rápido.
E como era de se esperar eu fiquei morrendo de pena. E lá fui eu, com meu humilde guarda-chuva azul de elefantinhos brancos, no meio das pedras de gelo para buscá-lo. Haha, só faltou ele falar “Muito obrigado, mamãe!” de tão feliz que ele ficou. E, pra variar, a parte coberta lá de fora começou a “inundar”. Não tinha ninguém em casa mesmo, acabei levando ele para o meu quarto.
Sequei ele com uma toalha, coloquei seus cobertores no chão e liguei o som. E fiquei o observando. Ele queria roer alguma coisa, brincar com alguma coisa, ele estava desesperado. Como preferi não abusar do meu pobre guarda-chuva de elefantinhos para me aventurar novamente debaixo do gelo para buscar seus ossinhos, eu arrumei um cabide velho mesmo. E por sinal ele amou.
Fiquei ali, por um longo tempo, o observando. Como brincava, como corria e como era feliz. E como gostava de mim. De cinco em cinco minutos saía de seus cobertores e vinha tentar subir na cama, ou roubar meu sapato, ou morder meu pé – de leve, é claro. Rapidamente comecei a pensar o quanto aquela companhia era especial. Claro que sempre fora, mas comecei a vê-lo de um jeito diferente. Era feliz, ia me amar pra sempre, era amigo, engraçado e não posso esquecer de mencionar que quando choro ele briga comigo, latindo muito.
Fazer o que. Entrou no meu mundo, no meu coração e nunca mais vai sair. E nem quero que saia. Ele é muito mais que um simples cachorro. Ele é o meu golden retriever, o meu San. Que vai ficar comigo pra sempre.


Obs: História baseada em fatos reais. Na realidade, história toda real. Incluindo ele gostar de chupar gelo, o cabide velho e o guarda-chuva azul de elefantinhos brancos.
Obs²: Olha o jeito que ele deita. Haha, eu só fico rindo.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

The Other Side

Todo dia, toda noite eu vejo seu rosto em minha mente. Eu nunca mais vou ouvir suas palavras de novo. Eu sei, você me deixou mas só por enquanto. Eu senti como se você estive em nossa casa... A morte o tirou de mim. Eu sinto seu toque quando estou sozinha. Eu não consigo acreditar que você se foi. Eu não concordo... Todo dia, toda noite eu vejo seu rosto na minha mente. Eu nunca mais vou ouvir suas palavras de novo. Nós vamos nos encontrar do outro lado... Foi um dia chuvoso, a última vez que unimos nossas mãos. Estávamos andando pelo mesmo caminho. Você me deixou sozinha, você me deixou sozinha... Aqui é o fim do mundo, você disse. Você não olhou mais nos meus olhos. Aqui é o lugar onde podemos orar, e agora eu tenho que orar pela sua alma. Todo dia, toda noite eu vejo seu rosto na minha mente. Eu nunca mais vou ouvir suas palavras de novo. Nós vamos nos encontrar do outro lado. Talvez algum dia eu estarei mais perto de você, se eu acreditar. Todo dia, toda noite eu vejo seu rosto na minha mente. Eu nunca mais vou ouvir suas palavras de novo. Nós vamos nos encontrar do outro lado...

UnSun - The Other Side

Ps: Já que a inspiração não veio de jeito nenhum, resolvi postar essa música. É de uma banda nova que descobri (e por sinal, amei).
PS²: Foto da vocalista da banda, Aya Stefanowicz.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Só mais um desabafo.

E o que era pra ser o fim do mundo pra mim, acabou sendo apenas uma tristeza (nem pequena, nem gigante). É, depois de esperar tanto tempo meu AC/DC vem finalmente ao Brasil. E eu não vou poder ir ver meus "véios".
Mas, sei lá, já cansei de deixar que tudo me abale. Cansei de ficar triste em casa, sentada no sofá esperando que tudo melhore. Cansei de ficar chorando pelos cantos, como se isso fosse resolver alguma coisa. Pelo visto, nada vai melhorar por enquanto. E então a solução é realmente não ligar.
Sei lá, quero me esforçar pra ser feliz. Quero gastar meu tempo escrevendo, lendo, tocando baixo (ou melhor, tentando tocar), ouvindo música, vendo filmes ou qualquer outra coisa que, mesmo que seja inútil, me faça feliz. Quero continuar a falar besteira com os amigos, rir como louca com eles, trazer meu "lado retardado" de volta. Quero mudar o cabelo, quero mechas de outra cor (haha, roxo ou algo do tipo). Quero fazer loucuras e não ter medo de me arrepender de nada.
Cansei de ficar triste o tempo todo. E por mais que tenha motivos para ficar, também tenho aqueles motivos para que eu fique muito feliz.

Quero fazer minhas as palavras de Dance of Days:
"Eu sei, parece importante ficar em silêncio, mas de que importa manter tantos dissabores e mastigar pregos pra conter as dores? Vem meu bem, deixa que o inverno vai passar. Tudo é tão sem querer e é tão fora de moda ficar mal!" ♪

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

(Ponto).

Não me interessa a pressão que estejam fazendo sobre mim, muito menos o que todas essas pessoas sem opinião acham certo. Não vou me juntar com gente fútil, gente que faz o que eu não concordo, gente sem senso crítico. Não quero entrar no meio disso tudo, penso que quando uma pessoa entra significa que concorda com aquilo. E eu não concordo.
Falam que sou anti-social, que eu sou esquisita e até minha própria família diz que quero provar para todos que sou “a” diferente. O que não é verdade. Sempre fui assim, na minha, com meus pensamentos e opiniões. Analiso bem tudo antes de falar qualquer coisa (como uma amiga diz: “A Marina quase não fala nada, mas quando ela fala é porque tem certeza").
Não quero provar nada pra ninguém, só não quero ser obrigada a conviver e concordar com o que todos pensam, ou melhor dizendo, não pensam. Ninguém pensa em nada, ninguém tem opinião própria, só seguem o que outras pessoas pensam (e aposto que algumas dessas tem opinião) e pronto.
E ainda querem que eu seja mais uma dessas pessoas. E ainda brigam pra que eu seja uma dessas pessoas. Ou então que eu pelo menos me camufle no meio dessas pessoas. Se só tiver essas opções, acho que prefiro cair na solidão. Desculpem se estou criando revolta sem sentido aqui, mas precisava desabafar um pouco. Hoje esse assunto foi bem debatido aqui e literalmente acabou comigo.

Amo meu namorado (ponto). Amo meus amigos (ponto). Amo meu cachorro (ponto). Apesar da situação, amo minha família (ponto). E é com o pensamento destes que eu me preocupo. São estes que quero que gostem de mim. E o resto? É só resto. Pouco me importa. Ou melhor, nada me importa.